
“O amor é o estado em que melhor as pessoas vêem as coisas como realmente são”. Aristóteles
“O amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é o contentamento descontente, é dor que desatina sem doer...” Luís de Camões
“Quem inventou o amor, me explica, por favor...” Renato Russo
Ah, o amor! Descrito por filósofos, escrito por poetas, cantado por estrelas de todo o mundo. Mas o que exatamente entendemos sobre o amor? Eu mesma o usei como tema principal de "Banshee – Os Guardiões”, mas quis mostrá-lo de uma outra maneira. Eu vejo um amor doente, um amor sem energia, um amor banalizado.
A maioria das pessoas que eu conheço pensam logo em romantismo quando ouvem a palavra amor, mas não é só sobre isso que eu quero falar agora, pois o amor é muito mais do que isso. Eu, assim como todos vocês, sento-me em frente à TV para assistir aos noticiários e, como a grande maioria, choro com o que vejo. O que estamos fazendo com o mundo? Por que a Terra nos dá tantas coisas lindas e ainda assim nos recusamos a amá-la? O que se passa na cabeça de um adolescente quando ele plenaja a morte de uma jovem vizinha só por diversão? (Caso verídico) Será que estamos tão cegos pelo consumo que não sabemos mais amar?
O mundo está acabando, ou melhor dizendo, nós estamos acabando com o mundo. Ele está derretendo suas calotas polares, jogando suas Tsunamis, causando tempestades, soprando tornados. A natureza quer nos avisar que estamos destruindo nossa casa, e que estamos destruindo uns aos outros. Mas o que damos à ela em troco? É o amor que ela merece? É o respeito que ela precisa?... Infelizmente não, nós a presenteamos com suicídios, guerras, doenças e egoísmo. Nós esquecemos os nossos irmãos humanos para morrer sem ter o que comer, beber... Sem ter como se amar.
O amor-próprio é destruido pela nossa vaidade. Não comemos como precisamos, não sorrimos como antes, não choramos como deveríamos. Ele foi deixado de lado, como um marginal incompreendido que não recebe qualquer atenção, ele está adoecendo e morrendo... Dia após dia, como uma rosa no outono, ele perde suas pétalas, sua força diminui gradativamente, seu brilho se apaga e logo, logo e já não existirá mais.
É difícil ver o quanto é duro hoje em dia dizer “Eu te amo”, e é hoje em dia que mais precisamos ouvir e dizer esta frase, porque, acreditem ou não, elas podem salvar uma vida. Hoje é dia das mães. Você já disse a ela o quando ela é importante, o quando ela dignifica para você e o quanto você a ama?
A maioria das pessoas que eu conheço pensam logo em romantismo quando ouvem a palavra amor, mas não é só sobre isso que eu quero falar agora, pois o amor é muito mais do que isso. Eu, assim como todos vocês, sento-me em frente à TV para assistir aos noticiários e, como a grande maioria, choro com o que vejo. O que estamos fazendo com o mundo? Por que a Terra nos dá tantas coisas lindas e ainda assim nos recusamos a amá-la? O que se passa na cabeça de um adolescente quando ele plenaja a morte de uma jovem vizinha só por diversão? (Caso verídico) Será que estamos tão cegos pelo consumo que não sabemos mais amar?
O mundo está acabando, ou melhor dizendo, nós estamos acabando com o mundo. Ele está derretendo suas calotas polares, jogando suas Tsunamis, causando tempestades, soprando tornados. A natureza quer nos avisar que estamos destruindo nossa casa, e que estamos destruindo uns aos outros. Mas o que damos à ela em troco? É o amor que ela merece? É o respeito que ela precisa?... Infelizmente não, nós a presenteamos com suicídios, guerras, doenças e egoísmo. Nós esquecemos os nossos irmãos humanos para morrer sem ter o que comer, beber... Sem ter como se amar.
O amor-próprio é destruido pela nossa vaidade. Não comemos como precisamos, não sorrimos como antes, não choramos como deveríamos. Ele foi deixado de lado, como um marginal incompreendido que não recebe qualquer atenção, ele está adoecendo e morrendo... Dia após dia, como uma rosa no outono, ele perde suas pétalas, sua força diminui gradativamente, seu brilho se apaga e logo, logo e já não existirá mais.
É difícil ver o quanto é duro hoje em dia dizer “Eu te amo”, e é hoje em dia que mais precisamos ouvir e dizer esta frase, porque, acreditem ou não, elas podem salvar uma vida. Hoje é dia das mães. Você já disse a ela o quando ela é importante, o quando ela dignifica para você e o quanto você a ama?
Cada vez mais e mais, filhos e pais se distanciam, ignoram a importância dessa união e passam isso para as gerações futuras. Eu tenho medo de que o tempo passe, porque eu sei que estamos caminhando para uma sociedade sem amor.
Faça a sua parte, diga “eu te amo”, ainda que soe ridículo, a todos aqueles que são importantes para você, antes que seja tarde demais...
Faça a sua parte, diga “eu te amo”, ainda que soe ridículo, a todos aqueles que são importantes para você, antes que seja tarde demais...
Olá Ariane,
ResponderExcluirAmei o que eu li por aqui. você é realmente maravilhosa na escrita... Fico feliz de seja minha irmã de País.Sucesso e muita sorte.
Me chamo Gisele e sou de Minas Gerais.
Boa noite,
ResponderExcluirEu entrei aqui pro acaso Ariane, mas adorei. O assunto aqui é super interessante, e tudo que você escreveu ta certíssimo.O amor não pode acabar jamais... Temos que rever os nossos conceitos. Boa sorte e muito sucesso.
Ah!vou esperar o seu livro... adorei o pouco que eu li.
Me chamo Gabriel Lordeiro e moro em Petrópolis Rj
Oi, Ariane, cheguei no seu blog pelo Meia. Bonito texto, e verdadeiro também infelizmente.
ResponderExcluirDesejo sucesso no livro! E vou comprar a minha cópia =)
Ariane, grande poetisa escondida dentro do peito, adorei tudo o que lí, na verdade me senti até mais aliviado em saber que não falo isso sozinho, vc falou apenas verdades, o mundo nos dá tudo, comida, água, sombra, diversão, rios, praias, outono, verão, primavera, inverno, tudo invertido mesmo, e ainda assim somos capazes de acabar com ele, de semear a guerra, cultivar o egoísmo, bom saber que existem pessoas como vc por ai.
ResponderExcluirFica bem se cuida, Beijos.
Cabal.
Nós não estamos acabando com o mundo, "eu" estou. "Eu", que gasto , que consumo, que não olho as estrelas, mas me preocupo com o dinheiro, com minha comida, com meu corpo. "Eu" que finjo não ver meu vizinho passando dificuldades, "eu" que tenho preconceito com tudo e com todos, mas por hipocrisia falo que me dou bem com eles. A culpa é minha. Preciso urgentemente deixar esse "eu" de lado, para conseguir ser um pouquinho de "nós".
ResponderExcluirBonito o que você disse. Eu concordo. Mas se a sua intenção foi me criticar, eu posso dizer que você me interpretou errado. Pode ter certeza de que eu me inclui de verdade no "Nós". ;)
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